quarta-feira, 21 de julho de 2010

Veja dicas para o concurso do Ministério Público da União

Edital prevê 594 vagas, com salário de R$ 3,9 mil a R$ 6,5 mil.
Organizadora do exame costuma cobrar questões do tipo 'certo e errado'.


O concurso do Ministério Público da União, cujo edital foi divulgado na última semana, é um dos mais esperados do semestre. As inscrições estão abertas para quem tem nível médio e superior. Há oportunidades em todo o país para profissionais de qualquer área e para quem tem formação específica – técnicos e analistas. Estão envolvidas carreiras pouco usuais, como medicina, arqueologia e biologia, entre outras.

São 594 vagas, mas existe um projeto de lei (5491/09) em tramitação que propõe a criação de 6.804 cargos para o MPU. Com isso, é razoável esperar que sejam nomeados mais aprovados do que o previsto. O salário vai de R$ 3.993,09, para nível médio, a R$ 6.551,52, para nível superior. As provas estão marcadas para 11 (cargo de analista) e 12 de setembro (técnico).

Questões multidisciplinares

Houve surpresas no edital. Mudou a organizadora, que deixa de ser a Fundação Carlos Chagas (FCC), do concurso anterior, e vem o Cespe-UnB, que costuma ter questões do tipo “certo e errado”. Cada marcação incorreta representa 0,5 ponto negativo; isso é uma vantagem, pois o candidato pode arriscar um pouco mais nos casos em que tiver dúvida. Quando a cada erro era descontado um ponto, era preciso mais cuidado.

Outra característica importante dessa banca são as questões multidisciplinares. Não adianta estar muito bem preparado em algumas matérias e muito perdido em outras –isso pode comprometer a análise dos itens que contiverem informações sobre mais de um assunto e resultar em erros.

Quem vinha se preparando com base no edital do concurso de 2006 pode ter ficado decepcionado: mudaram todas as disciplinas específicas. De qualquer forma, quem já vinha estudando sai na frente em relação às básicas, que se mantiveram.

Estratégia de estudo

A melhor estratégia de preparação para concurso público é sempre iniciar o estudo pelas matérias básicas, que não costumam sofrer alterações no edital. O domínio dessas disciplinas deixa o candidato mais à vontade na distribuição do tempo após a publicação do edital, quando poderá priorizar o estudo das específicas.

Divulgado o edital, é preciso cuidado para não deixar de lado a manutenção das básicas, que representam recurso importante na hora da prova –vantagem sobre os candidatos de última hora, que têm de estudar tudo ao mesmo tempo.

Assim, as orientações principais para esses dois meses são: preparar um quadro com horários de estudo e distribuir as disciplinas a serem estudadas a cada dia. É importante dedicar mais tempo àquelas para as quais se está menos preparado, separando um período para revisões dos conteúdos já conhecidos.

Provas anteriores da organizadora

Fazer provas anteriores do Cespe também é essencial para estar mais acostumado ao tipo de questões e perceber os detalhes que costumam fazer a diferença ao examinar a prova. Candidato que conhece bem o estilo da banca garante melhor resultado do que aquele que se dedicou somente ao estudo da teoria.

Para quem inicia a preparação a partir da publicação do edital, é mais vantajoso estudar a partir das provas anteriores da organizadora e depois seguir para a teoria solicitada nas questões. Isso trará mais objetividade ao estudo, essencial para quem tem pouco tempo para se familiarizar com muitos assuntos novos.

Chance em dobro

No edital do MPU, a similaridade de matérias para os cargos de técnico e analista, acrescida do fato de que as provas acontecerão em dias diferentes, sugere que quem tem nível superior deve considerar a possibilidade de se inscrever para os dois cargos. Claro que existe o risco do cansaço na segunda prova - cada um deve avaliar suas condições. Por outro lado, as chances de aprovação também são ampliadas.

Fonte: http://g1.globo.com - Lia Salgado

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Exame de outro concurso não pode ser aproveitado em substituição a psicotécnico nulo

A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que um candidato se submeta a novo exame psicotécnico em razão de ter sido considerada nula a primeira avaliação a que ele se submeteu. O concurso é para a Polícia Rodoviária Federal (PRF), de 2002.

No STJ, o recurso (chamado de agravo de instrumento) é da União, para reverter decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). O Tribunal de segunda instância considerou que a realização do exame psicotécnico carece de objetividade. Para o TRF1, “não é possível extrair o caráter objetivo dos critérios de avaliação constantes” do edital. “Assim, o edital exige que o candidato tenha um perfil profissiográfico para o exercício do cargo, mas não diz explicitamente qual é esse perfil”, concluiu a decisão.

A União argumentou que o TRF1 não determinou que, ante a nulidade do primeiro psicotécnico realizado, se fizesse outra prova, agora atendendo aos parâmetros corretos. Para a União, mesmo sendo declarado nulo o exame, o candidato não teria o direito de passar diretamente para outras fases (como o curso de formação), ou mesmo à nomeação, antes de realizar outros exames.

Baseada em voto do relator, ministro Humberto Martins, a Turma acolheu o argumento da União. Apesar de o candidato ter apresentado comprovantes de aprovação em outros exames psicotécnicos, estes não poderiam ser utilizados em razão da necessidade de exame específico para o cargo.

Fonte: http://www.stj.jus.br

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Anulação de questão de prova

A caminhada do concurseiro é dura: ele estuda com afinco, perde horas de sono e convivência familiar, abdica de diversos prazeres mundanos, tudo isso pelo sonho de tornar-se servidor público. Não é raro, ainda, no meio do caminho, o concurseiro encontrar algumas “pedras”. Porém, aquele que conhece seus direitos não tropeça. Dá um pulo e segue em frente.

A pedra da vez se chama a PROVA. O cara estuda todo o edital, chega no dia “D” e encontra umas aberrações: questões mal elaboradas, com gabarito errado, questões fora do conteúdo previsto no edital. Mas, o que fazer?

No primeiro caso, a alternativa é entrar com um recurso e fundamentar o mesmo. Ressalte-se que o candidato deverá apresentá-lo no prazo e na forma prevista no edital.

Outra pergunta paira no ar: e se a banca não aceitar o recurso? É possível ingressar com uma ação no judiciário solicitando a anulação?

Sobre esta questão, a jurisprudência tem entendido que tal análise implicaria controle do mérito administrativo, logo, foge da competência do judiciário. A ele só compete analisar a legitimidade e legalidade dos atos administrativos. Assim, a análise dos gabaritos apresentados e dos critérios de correção cabe, tão somente, à Administração (Banca Examinadora).

Veja, o que a jurisprudência do TJDFT estabelece sobre este tema:

EMBARGOS INFRINGENTES. CONCURSO PÚBLICO. ANULAÇÃO DE QUESTÃO DE PROVA. INVIABILIDADE.

– É indevida a intervenção do Judiciário em análise de prova de concurso público, tendo em vista o subjetivismo na apreciação das questões e a real possibilidade de posicionamentos divergentes entre os aplicadores das diversas áreas de conhecimento, não se podendo erigir o juiz à condição de examinador do certame, cuja competência é exclusiva da banca examinadora.
– Embargos providos. Maioria. (20080110737522EIC, Relator: OTÁVIO AUGUSTO, 1ª Câmara Cível, julgado em 22.03.2010, DJ 15.04.2010 p. 40)

O segundo ponto refere-se à possibilidade de controle judicial da compatibilidade do conteúdo das questões e os programas das disciplinas constantes no edital. Nesse ponto, a jurisprudência tem entendido tratar-se de controle de legalidade, pois o edital, nele incluído o programa, é a lei interna do concurso, e, por isso, suas cláusulas obrigam os candidatos e a Administração Pública. Assim, havendo controvérsia entre o conteúdo cobrado e o conteúdo previsto no edital, é cabível o acesso a jurisdição.

Trago abaixo alguns julgados sobre o tema:

ADMINISTRATIVO. AÇÃO DE CONHECIMENTO. CONCURSO PÚBLICO. ANULAÇÃO DE QUESTÃO. CONTEÚDO NÃO PREVISTO NO EDITAL. NÃO OCORRÊNCIA.

I. Em tema de concurso público, a atuação do Poder Judiciário se restringe à análise da legalidade e da observância das regras contidas no edital, sem interferência nos critérios de avaliação da banca examinadora, a menos que a questão cuja anulação se pretende esteja dissociada dos pontos constantes do programa ou formulada de tal maneira que impeça a análise e a consequente resposta do candidato.
II. A justificativa apresentada pela banca examinadora, em resposta ao recurso administrativo interposto contra a referida questão, encontra-se devidamente fundamentada, apontando com clareza e objetividade, além da correlação do tema proposto com o item do conteúdo programático, a pertinência e a relevância do assunto em face do cargo almejado pelo autor.
III. Ainda que se sustentasse a fragilidade dos argumentos da banca examinadora, o autor não se desincumbiu de produzir prova do direito vindicado, pois, conforme salientado, não se insurgiu no momento processual adequado da decisão que indeferiu a produção de perícia judicial.
IV. Deu-se provimento ao recurso para cassar a sentença e julgar improcedente o pedido.(TJDFT, 0815282APC, Relator: JOSÉ DIVINO DE OLIVEIRA, 6ª Turma Cível, julgado em 28.10.2009, DJ 11.11.2009 p. 132)

ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO. ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE DO MINISTÉRIO DA FAZENDA. PEDIDO DE ANULAÇÃO DE QUESTÕES. INOBSERVÂNCIA DO PROGRAMA DE DISCIPLINA CONTIDO NO EDITAL. ILEGALIDADE.

1. Diante de constatação de ter sido objeto de avaliação, em prova objetiva de concurso público, matéria que não estava incluída no programa da disciplina que consta do edital que regia o certame, conclui-se pela inobservância das regras editalícias pela Banca Examinadora do processo seletivo. Hipótese em que se admite a intervenção judicial, no controle da legalidade dos atos administrativos, para anular a questão impugnada e conceder a segurança para atribuir a pontuação correspondente aos candidatos impetrantes.
2. Dá-se parcial provimento ao recurso de apelação. ( TRF1, MAS 2004.01.00.008013-3/DF; Desembargadora Federal: MARIA ISABEL GALLOTTI RODRIGUES, 6ª Turma, Julgado em 26.06.2009, DJ 20.07.2009 e-DJF1 p. 50).

RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA. ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. MAGISTRATURA. QUESTÃO DISCURSIVA. CONTEÚDO NÃO PREVISTO NO EDITAL DE ABERTURA DO CERTAME. ANULAÇÃO PELO PODER JUDICIÁRIO. POSSIBILIDADE.PRINCÍPIOS DA LEGALIDADE E DA VINCULAÇÃO AO EDITAL.

1. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça tem entendido ser possível a intervenção do Poder Judiciário nos atos que regem os concursos públicos, principalmente em relação à observância dos princípios da legalidade e da vinculação ao edital.
2. In casu, não se trata de revisão dos critérios estabelecidos pela banca examinadora, mas, sim, de dar ao edital do certame interpretação que assegure o cumprimento das regras nele estabelecidas e em relação às quais estavam vinculados tanto a Administração quanto os candidatos.
3. Não se desconhece que o exercício do cargo de Juiz de Direito exige conhecimento aprofundado sobre os mais variados ramos da ciência jurídica. Essa premissa, contudo, não tem o condão de afastar os já referidos princípios da legalidade e da vinculação ao edital, não se mostrando razoável que candidatos tenham que expor conhecimentos de temas que não foram prévia e expressamente exigidos no respectivo edital da abertura.
4. Recurso provido (STJ, RMS 28854 / AC, Relator: Ministro PAULO GALLOTTI (1115), T6 – SEXTA TURMA, Julgado em 09.06.2009, DJe 01.07.2009)

Bem, meus amigos, finalizo aqui mais um artigo sobre os direitos do concurseiro. Não esqueçam que além dos direitos, o concurseiro tem seus deveres. Eu resumiria esses deveres em: ESTUDAR, ESTUDAR e ESTUDAR. E mais, seguir em frente na jornada do concurso com persistência e determinação rumo à vaga almejada.

Fonte: http://www.grancursos.com.br - Prof. Ivan Lucas

quinta-feira, 1 de julho de 2010

MPU lança edital com 593 vagas e CR de níveis médio e superior

Quinta-feira, 1º de julho de 2010.

A espera acabou. Os concurseiros que aguardavam a tão esperada seleção pública do Ministério Público da União (MPU) já podem comemorar. O órgão lançou nesta quinta-feira (1/7) o edital de concurso nacional que irá preencher 510 oportunidades de nível médio e 83 de nível superior, além de formar cadastro reserva. As inscrições devem ser feitas no período de 7 a 30 de julho, por meio da página do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da UnB (Cespe/UnB). As taxas de inscrição variam de R$ 50 a R$ 65.

Os candidatos que não tiverem acesso à internet poderão optar pela inscrição presencial, feita em postos de cadastro espalhados por todo o Brasil, listados no edital de abertura. A remuneração varia de R$ 6.551,52 (nível superior) a R$ 3.993,09 (nível médio). Os futuros servidores serão regidos pela Lei 8.112 e terão jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Cargos

Para quem tem nível superior, a seleção oferece oportunidades nos cargos de analista, nas especialidades administrativa, de Antropologia, de Arqueologia, de Arquitetura, de Arquivologia, de Biblioteconomia, de Biologia, de Comunicação Social, de Contabilidade, de controle interno, de Economia, de Engenharia (Agronômica, Ambiental, Civil, de Segurança do Trabalho, Elétrica, Florestal, Mecânica, Química e Sanitária), de Estatística, de Geografia, de Geologia, de Informática (Banco de Dados, Desenvolvimento de Sistemas, Perito e suporte técnico), de Medicina (perito e do trabalho), de Orçamento, de Saúde (Cardiologia, Clínica médica, Dermatologia, Endocrinologia, Enfermagem, Fisiatria, Ginecologia, Nutrição, Odontologia, Pediatria, Psicologia,Psiquiatria e Serviço Social), aturial e processual.

Para quem tem nível médio, as oportunidades são para os cargos de técnico administrativo, técnico de apoio especializado (controle interno, edificação, orçamento, segurança e transporte), técnico de informática e técnico de saúde (consultório dentário e Enfermagem).

Provas

Todos os candidatos serão submetidos às provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, aplicadas nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. Candidatos aos cargos de analista (nível superior) farão prova na data provável de 11 de setembro, no turno da tarde. Já os que se inscreveram para os cargos de técnico (nível médio) devem fazer prova no dia 12 de setembro, também no turno da tarde.

Técnicos de apoio especializado/segurança e técnicos de apoio especializado/transporte não passarão por fazer prova discursiva, mas serão submetidos a teste de aptidão física e prova prática de direção veicular. O edital de abertura foi publicado na página 245, seção 3 do Diário Oficial da União (DOU).

Projeto de lei

As vagas que serão criadas pelo Projeto de Lei 5.491/09 - em tramite no Senado Federal - não entraram no quadro oferecido pelo concurso. Como o PL ainda tramita no Senado Federal e precisa da sanção do presidente da República, as chances só devem ser consideradas a partir do ano de 2011. Além do mais, é necessário autorização orçamentária para as novas contratações.

Fonte: http://www.correioweb.com.br/

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Fundação Universidade de Brasília vai realizar concurso do MPU

Sexta-feira, 28 de maio de 2010.

Extrato de dispensa de licitação foi ratificado pelo procurador-geral da República

A Fundação Universidade de Brasília vai realizar o concurso público para o preenchimento de vagas para as carreiras de analista e técnico do Ministério Público da União (MPU). A informação consta do extrato de dispensa de licitação que se baseia no artigo 24, inciso XIII, da Lei 8.666/93, atualizada, e ratificada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, com base no artigo 26 da mesma lei.

Fonte: http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_geral/fundacao-universidade-de-brasilia-vai-realizar-concurso-do-mpu

sábado, 1 de maio de 2010

AGU abre 120 vagas para cargos de níveis médio e superior

Quarta-feira, 28 de abril de 2010.

A Advocacia-Geral da União (AGU) lançou nesta quarta-feira (28/4) o edital do concurso público que preencherá 120 vagas. Quem tem ensino médio pode concorrer a 60 oportunidades na função de agente administrativo. Candidatos que concluíram graduação podem disputar 60 chances nos cargos de administrador e contador. As remunerações variam de R$ 2.851,44 a R$ 3.730,31 para uma jornada de trabalho de 40 horas por semana.

Os interessados podem se inscrever entre os dias 30 de abril e 9 de maio por meio da página do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), organizador do concurso. A taxa de participação custa R$ 50 para nível médio e R$ 60 para superior.

Do total de vagas, 112 serão para lotação em Brasília (DF), duas em Recife (PE), duas no Rio de Janeiro (RJ), duas em Porto Alegre (RS) e duas em São Paulo (SP).

Todos os candidatos farão provas objetivas no dia 6 de junho. As avaliações serão aplicadas no Distrito Federal e nas capitais dos 26 estados.

Fonte: http://concursos.correioweb.com.br

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Comparativo: Praça - Classificação - Nº de vagas

Em meio a alguns materiais de estudo, encontrei um quadro comparativo que fiz após o resultado final do penúltimo concurso de Técnico do Bacen (2005), o qual prestei.
 
A mesma prova foi aplicada em todo Brasil e era composta por 60 questões (30 de conhecimentos gerais - peso 1, e 30 de conhecimentos específicos - peso 2). O concurso, porém, foi realizado por praça, cada qual com um número específico de vagas.
 
Acertei 28 questões na parte geral e 27, na específica, totalizando 82 pontos - nota 213,69.
 
Com essa nota, fiquei classificado, para a praça de Brasília, em 26º lugar (33 vagas). Vale ressaltar que do 18º ao 30º lugar, todos estavam empatados. O critério de desempate utilizado foi a idade - os mais velhos tinham prioridade.
 
O curioso é comparar em que posição ficaria caso tivesse concorrido às vagas de outra praça:
- Belém - 2º lugar (5 vagas);
- Belo Horizonte - 3º lugar (1 vaga);
- Curitiba - 4º-5º lugares (4 vagas);
- Porto Alegre - 3º lugar (5 vagas);
- Recife - 3º-4º lugares (2 vagas);
- Rio de Janeiro - 4º-5º lugares (8 vagas);
- Salvador - 3º-4º lugares (2 vagas);
- São Paulo - 6º-8º lugares (13 vagas).
 
Notem que nas praças de Belo Horizonte, Recife e Salvador não teria, a princípio, sido aprovado.
Vejam que o nível da concorrência é praticamente o mesmo - visto que ficaria entre os 8 primeiros lugares, com exceção da praça/sede Brasília. Acredito que por isso Brasília seja taxada como a capital dos concursos.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Ensinar exige curiosidade

Estudando a Didática do Ensino Superior, deparei-me com o livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire e um capítulo me chamou a atenção: ensinar exige curiosidade. Sei que o livro é direcionado ao corpo docente, mas para nós, alunos, ele também traz reflexões. Após ler o citado capítulo, pude perceber que a curiosidade me motivou a querer conhecer mais e mais dos conteúdos cobrados pelos concursos que prestei. Sejam, portanto, curiosos.

Ensinar exige curiosidade
Paulo Freire - Pedagogia da Autonomia
Um pouco mais sobre a curiosidade

Se há uma prática exemplar como negação da experiência formadora é a que dificulta ou inibe a curiosidade do educando e, em conseqüência, a do educador. É que o educador que, entregue a procedimentos autoritários ou paternalistas que impedem ou dificultam o exercício da curiosidade do educando, termina por igualmente tolher sua própria curiosidade. Nenhuma curiosidade se sustenta eticamente no exercício da negação da outra curiosidade. A curiosidade dos pais que só se experimenta no0 sentido de saber como e onde anda a curiosidade dos filhos se burocratiza e fenece. A curiosidade que silencia a outra se nega a si mesma também. O bom clima pedagógico-democrático é o em que o educando vai aprendendo à custa de sua prática mesma que sua curiosidade como sua liberdade deve estar sujeita a limites, mas em permanente exercício. Limites eticamente assumidos por ele. Minha curiosidade não tem o direito de invadir a privacidade do outro e expô-lo aos demais.

Como professor devo saber que sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino. Exercer a minha curiosidade de forma correta é um direito que tenho como gente e a que corresponde o dever de lutar por ele, o direito à curiosidade. Com a curiosidade domesticada posso alcançar a memorização mecânica do perfil deste ou daquele objeto, mas não o aprendizado real ou o conhecimento cabal do objeto. A construção ou a produção do conhecimento do objeto implica o exercício da curiosidade, sua capacidade crítica de "tomar distância" do objeto, de observá-lo, de delimitá-lo, de cindi-lo, de "cercar" o objeto ou fazer sua aproximação metódica, sua capacidade de comparar, de perguntar.

Estimular a pergunta, a reflexão crítica sobre a própria pergunta, o que se pode pretende com esta ou com aquela pergunta em lugar da passividade em face das explicações discursivas do professor, espécies de respostas a perguntas que não foram feitas. Isto significa realmente que devamos reduzir a atividade docente em nome da defesa da curiosidade necessária, a puro vai-e-vem de perguntas e respostas, que burocraticamente se esterilizam. A dialogicidade não nega a validade de momentos explicativos, narrativos em que o professor expõe ou fala do objeto. O fundamental é que o professor e alunos saibam que a postura deles, do professor e dos alunos, é dialógica, aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala ou enquanto ouve. O que importa é que professor e alunos se assumam epistemologicamente curiosos.

Neste sentido, o bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma "cantiga de ninar". Seus alunos cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas.

Antes de qualquer tentativa de discussão de técnica, de materiais, de métodos para uma aula dinâmica assim, é preciso, indispensável mesmo, que o professor se ache "repousado" no saber de que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano. É ela que me faz perguntar, conhecer, atuar, mais perguntar, re-conhecer.

Boa tarefa para um fim de semana seria propor a um grupo de alunos que registrasse, cada um por si, as curiosidades mais marcantes por que foram tomados, em razão de que, em qual situação emergente de noticiário da televisão, propaganda, de videogame, de gesto de alguém, não importa. Que "tratamento" deu à curiosidade, se facilmente foi superada ou se, pelo contrário, conduziu a outras curiosidades. Se no processo curioso consultou fontes, dicionários, computadores, livros, se fez perguntas a outros. Se a curiosidade enquanto desafio provocou algum conhecimento provisório de algo, ou não. O que sentiu quando se percebeu trabalhando sua mesma curiosidade. É possível que, preparado para pensar a própria curiosidade, tenha sido menos curiosa ou curioso.

A experiência se poderia refinar e aprofundar a tal ponto, por exemplo, que se realizasse um seminário quinzenal para o debate das várias curiosidades bem como dos desdobramentos das mesmas.

O exercício da curiosidade a faz mais criticamente curiosa, mais metodicamente "perseguidora" do seu objeto. Quanto mais a curiosidade espontânea se intensifica, mas, sobretudo, nem a diabolizo, de outro. Por isso mesmo sempre estive em paz para lidar com ela. Não tenho dúvida nenhuma do enorme potencial de estímulos e desafios à curiosidade que a tecnologia põe a serviço das crianças e dos adolescentes das classes sociais chamadas favorecidas. Não foi por outra razão que, enquanto secretário de educação da cidade de São Paulo, fiz chegar à rede das escolas municipais o computador. Ninguém melhor do que meus netos e minhas netas par me falar de sua curiosidade instigada pelos computadores com os quais convivem.

O exercício da curiosidade convoca a imaginação, a intuição, as emoções, a capacidade de conjecturar, de comparar, na busca da perfilização do objeto ou do achado de sua razão de ser. Um ruído, por exemplo, pode provocar minha curiosidade. Observo o espaço onde parece que se está verificando. Aguço o ouvido. Procuro comparar com outro ruído cuja razão de ser já conheço. Investigo melhor o espaço. Admito hipóteses várias em torno da possível origem do ruído. Elimino algumas até que chego a sua explicação.

Satisfeita uma curiosidade, a capacidade de inquietar-me e buscar continua em pé. Não haveria existência humana sem a abertura de nosso ser ao mundo, sem a transitividade de nossa consciência.

Quanto mais faço estas operações com maior rigor metódico tanto mais me aproximo da maior exatidão dos achados de minha curiosidade.

Um dos saberes fundamentais à minha prática educativo-crítica é o que me adverte da necessária promoção da curiosidade espontânea para a curiosidade epistemológica.

Outro saber indispensável à prática educativo-crítica é o de como lidaremos com a relação autoridade-liberdade(ver Freire, Paulo. Professora Sim, Tia não. Cartas a quem ousa ensinar. São Paulo, Olho d´Água, 1995.), sempre tensa e que gera disciplina como indisciplina.

Resultando da harmonia ou do equilíbrio entre autoridade e liberdade, a disciplina implica necessariamente o respeito de uma pela outra, expresso na assunção que ambas fazem de limites que não podem ser transgredidos.

O autoritarismo e a licenciosidade são rupturas do equilíbrio tenso entre a autoridade e liberdade. O autoritarismo é a ruptura em favor da autoridade contra a liberdade e a licenciosidade, a ruptura em favor da liberdade contra a autoridade. Autoritarismo e licenciosidade são formas indisciplinadas de comportamento que negam o que venho chamando a vocação ontológica do ser humano(Ver Freire, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1970. Pedagogia da Esperança. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1995.).

Assim como inexeste disciplina no autoritarismo ou na licenciosidade, desaparece em ambos, a rigor, autoridade ou liberdade. Somente nas práticas em que autoridade e liberdade se afirmam e se preservam enquanto elas mesmas, portanto no respeito mútuo é que se pode falar de práticas disciplinadas como também em práticas favoráveis à vocação para o ser mais.

Entre nós, em função mesma do nosso passado autoritário, contestado, nem sempre com segurança por uma modernidade ambígua, oscilamos entre formas autoritárias e formas licenciosas. Entre uma certa tirania da liberdade e o exacerbamento da autoridade ou ainda na combinação das duas hipóteses.

O bom seria que experimentássemos o confronto realmente tenso em que a autoridade de um lado e a liberdade do outro, medindo-se, se avaliassem e fossem aprendendo a ser ou a estar sendo elas mesmas, na produção de situações dialógicas. Para isto, o indispensável é que ambas, autoridade e liberdade, vão se tornando cada vez mais convertidas ao ideal do respeito comum somente como podem autenticar-se.

Comecemos por refletir sobre algumas das qualidades que autoridade docente democrática precisa encarnar em sua suas relações com a liberdade dos alunos. É interessante observar que a minha experiência discente é fundamental para a prática docente que terei amanhã ou que estou tendo agora simultaneamente com aquela. É vivendo criticamente a minha liberdade de aluno e aluna que, em grande parte, me preparo para assumir e refazer o exercício de minha autoridade de professor. Para isso com, aluno que sonha com ensinar amanhã ou como aluno que já ensina hoje devo ter como objeto de minhas curiosidades as experiências que venho tendo com professores vários e as minhas próprias, se as tenho, com meus alunos. O que quero dizer é o seguinte: Não devo pensar apenas sobre os conteúdos programáticos que vem sendo exposto ou discutidos pelos professores das diferentes disciplinas mas, ao mesmo tempo, a maneira mais aberta, dialógica, ou mais fechada, autoritária, com que este ou aquele professor ensina.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Jornal Correio Braziliense - Caderno "Eu, concurseiro"

Pessoal,
Em entrevista ao Jornal Correio Braziliense, relatei um pouco da minha trajetória nos concursos públicos. A matéria foi publicada no caderno "Eu, concurseiro", edição do dia 15 de fevereiro de 2010.
Esse jornal circula em Brasília.
Segue cópia da versão disponibilizada na web e transcrição da entrevista.
Abraços,
Marcelo Hirosse
 

Na festa de réveillon de 2006, o desejo de Marcelo Hirosse, 25 anos, era a aprovação no concurso do Banco Central (Bacen). Tanto que passou o dia 31 em um cursinho. “Cada minuto era essencial para mim”, lembra. Em 2008, ele foi aprovado na seleção do Superior Tribunal de Justiça (STJ). E não teve que pular sete ondas ou comer sementes de romã. “Um dos meus segredos foi o foco. É preciso ter apenas um concurso em mente. O esquema é acordar, estudar, dormir e respirar pensando no concurso dos seus sonhos.”

Na época da preparação para o Bacen, o estudante tinha que conciliar o trabalho de monitor com o curso de engenharia de redes de comunicação, que fazia na Universidade de Brasília (UnB). Mas ele assume que o mais difícil era deixar de ir aos happy hours com os amigos. O único dia em que ele se permitia descansar era aos sábados. “Fazia um programa mais leve, como ir ao cinema”, conta.

Marcelo estava tão empenhado em conseguir a aprovação que até cronometrava o tempo de estudos. “Queria saber quantas horas líquidas eu efetivamente passava frente aos livros. Quando eu ia ao banheiro, eu parava o cronômetro”, conta. Mas isso não durou muito. Depois de dois meses e meio da pesada rotina, veio a recompensa. “Fiquei na 26º colocação, para técnico do Bacen. Eram 35 vagas”, relembra.

Mas o concurseiro decidiu não parar. Depois que se formou na UnB, o desejo por tentar algum concurso de nível superior foi aumentando. Ele resolveu estudar novamente as matérias básicas, como português, direito constitucional e administrativo, até decidir qual seria o próximo exame. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) transformou-se na nova meta. “Os generosos auxílios, os recessos, a carga horária reduzida e as muitas funções comissionadas, me ajudaram a tomar a decisão”, conta.

Como já havia se preparado para um grande concurso, Marcelo resolveu apenas aprimorar as técnicas que havia utilizado. “Para o Bacen, não faltei nenhuma aula do cursinho. Já para o STJ, fui mais seletivo e estratégico”, explica. Mas uma coisa não mudou: o foco e a determinação do candidato. “Não consegui seguir aquela teoria de relaxar antes da prova”, brinca.

E como se trata de dois grandes concursos, almejados por vários estudantes, as comparações se tornam inevitáveis. “Provas da FCC são normalmente mais fáceis. Foi preciso acertar 55 questões das 60 para garantir minha vaga no Bacen. Quando fui realizar a prova, foquei em saber basicamente o texto seco da lei, pois é assim que a FCC cobra. Já para a prova do Cespe, tentei identificar as possíveis aplicações do conteúdo cobrado”, lembra.

Com o objetivo alcançado e realizado profissionalmente e financeiramente, Marcelo finalmente consegue descansar. “A única coisa em que preciso focar, agora, é em me divertir com os meus amigos”, brinca.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Concursos previstos para 2010 devem oferecer 375 mil vagas

Só no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística são 200 mil vagas. Na Polícia Federal e Polícia Rodoviária previsão é de 5 mil vagas.

Sexta-feira, 8 de janeiro de 2010.

O número de vagas previstas que devem ser abertas por meio de concursos públicos em 2010 já chega a 375.033, segundo levantamento feito pelo G1, sem contar as instituições que lançarão concursos para cadastro de reserva.

Só no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para a realização do Censo de 2010, serão abertas 200 mil vagas para recenseador, que exige nível fundamental.

Entre as vagas levantadas estão cargos que foram criados, vagas que já foram autorizadas e as que aguardam autorização dos respectivos órgãos competentes.

No caso da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, a realização de concursos para mais de 5 mil vagas na área administrativa ainda depende de aprovação do Ministério do Planejamento.

No estado de São Paulo somente as secretarias estaduais de Educação e Saúde preveem concursos para 146.676 vagas - nesse caso as vagas já foram autorizadas.

Orçamento

Segundo o Ministério do Planejamento, para 2010, o Orçamento prevê 40 mil novas vagas e a substituição de 15 mil terceirizados. De acordo com o secretário de Gestão, Marcelo Viana, as próximas substituições na administração direta serão focadas em terceirizados de nível superior, particularmente, nas áreas de ciência e tecnologia e social.

Na administração indireta, para onde não há compromisso formal com o Ministério Público do Trabalho para substituir terceirizados - por enquanto apenas uma recomendação - serão efetuadas substituições por meio de concurso nas universidades e hospitais, incluindo os hospitais universitários.

Ano de eleições

Em ano de eleições, a lei 9.505/97 restringe apenas a nomeação, contratação ou admissão do servidor público nos três meses que antecedem o pleito até a posse dos eleitos, restrição feita à esfera em que ocorre a eleição, no caso deste ano, no âmbito estadual e federal.

As nomeações podem ser feitas em qualquer período do ano se a homologação do concurso for feita até três meses antes das eleições - no caso, até julho. Já em âmbito municipal as nomeações ocorrem sem restrições.

Confira abaixo vagas, cargos, salários e previsão de editais.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
207 vagas para técnico administrativo (nível médio), analista administrativo e especialista em regulação e vigilância sanitária (nível superior)
Salários: de R$ 4 mil a R$ 8,3 mil

Arquivo Público do Estado de São Paulo
60 vagas para executivo público (nível superior)
Salário: R$ 2,2 mil

Banco do Brasil
Formação de cadastro de reserva para escriturário (nível médio)
Salário: R$ 1.416, mais R$ 371,36 de ajuda alimentação e R$ 239,36 de cesta alimentação

Cobra Tecnologia (empresa integrante do Banco do Brasil)
1.256 vagas imediatas e 5.224 vagas para formação de cadastro (níveis fundamental, médio e superior)
Salários: não foram informados

Comissão Nacional de Energia Nuclear
36 vagas para pesquisador (nível superior)
66 vagas para tecnologista (nível superior)
55 vagas para técnico (nível médio)
13 vagas para analista em ciência e tecnologia (nível superior)
33 vagas para assistente em ciência e tecnologia (nível médio)
Salários:
R$ 5,1 mil para pesquisador
R$ 4.549,63 para tecnologista e analista
R$ 2.504,68 para técnico e para assistente em ciência e tecnologia
Organizadora: Fundação Conesul

Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
90 vagas de analista (nível superior)
20 vagas de inspetor (nível superior)
55 vagas para agente executivo (nível médio)
Salários:
R$ 4.490,42 (nível médio)
R$ 10 mil (nível superior)

Defensoria Pública da União (DPU)
134 vagas para defensor (nível superior em direito)
70 vagas para agente administrativo (nível médio)
88 vagas para analista técnico administrativo (nível superior)
10 vagas para arquivista (nível superior)
20 vagas para assistente social (nível superior)
10 vagas para bibliotecário (nível superior)
18 vagas para contador (nível superior)
20 vagas para economista (nível superior)
5 vagas para psicólogo (nível superior)
20 vagas para sociólogo (nível superior)
30 vagas para técnico em assuntos educacionais (nível superior)
20 vagas para técnico em comunicação social (nível superior)
Salários:
R$ 2,3 mil (nível médio)
R$ 3,5 mil (nível superior)
R$ 14 mil (defensor)

Detran do Distrito Federal
100 vagas de agente de trânsito
Nível superior
Salário: não informado

Exército
248 vagas para técnico de tecnologia militar (nível médio)
43 para analista de tecnologia militar (nível superior)
30 vagas para engenheiro de tecnologia militar (nível superior)
Salários: não informados

Fundação de Atendimento Socioeducativo de Pernambuco
1,4 mil vagas para agentes socioeducativos, psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e advogados (nível médio e superior)
Salários: não informados

Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro)
28 vagas para técnico (nível médio)
8 vagas para assistente em ciência e tecnologia (nível médio)
1 vaga para pesquisador (nível superior)
15 vagas para tecnologista (nível superior)
11 vagas para analista em ciência e tecnologia (nível superior)
Salários: não informados

Fundação Nacional do Índio (Funai)
200 vagas para indigenista especializado (nível superior)
150 vagas para agente em indigenismo (nível médio)
75 vagas para auxiliar em indigenismo (nível fundamental)
Salários: de R$ 1,6 mil a R$ 2,5 mil
Organizadora: Instituto Cetro

Fundação Nacional de Saúde (Funasa)
38 vagas para médicos (nível superior)
233 vagas distribuídas aos cargos de enfermagem, odontologia, nutrição, epidemiologia, antropologia, saúde pública, estatística, assistência social, biologia, farmácia, medicina veterinária, pedagogia e psicologia (nível superior)
169 vagas distribuídas nos cargos de administração, ciências contábeis e economia (nível superior)
36 vagas para técnico em contabilidade (nível médio)
326 vagas para a área de suporte operacional (nível médio)
Salários: não informados
Organizadora: Fundação Dom Cintra

Fundação Osvaldo Cruz
120 vagas para assistente técnico (nível médio)
366 vagas para técnico em ciência, tecnologia, produção e inovação em saúde (nível médio)
402 vagas para analista (nível superior)
675 vagas para tecnologista (nível superior)
250 vagas para pesquisador (nível superior)
150 vagas para especialista em ciência, tecnologia, produção e inovação em saúde (nível superior)
Salários: de R$ 1,7 mil a R$ 14,3 mil

Governo do Distrito Federal
50 vagas de auditor fiscal (nível superior)
Salário: R$ 14.729,69

Governo Federal
2,4 mil vagas de analista técnico de políticas sociais (nível superior)
Salários: de R$ 2.906,66 a R$ 5.151

Guarda Civil Metropolitana de São Paulo
725 vagas de guarda civil metropolitano de 3ª classe (nível médio)
Salário: R$ 855

Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo
326 vagas de nível médio, técnico e superior
Salários: de R$ 777,50 a R$ 2.889,19
Organizadora: Instituto Cetro

Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo (Iamspe)
150 vagas para enfermeiro (nível superior)
80 vagas para fisioterapeuta (nível superior)
10 vagas para fonoaudiólogo (nível superior)
4 vagas para psicólogo (nível superior)
3 vagas para físico (nível superior)
2 vagas para histoquímico (nível superior)
250 vagas para técnico de enfermagem (nível técnico)
8 vagas para técnico de laboratório (nível técnico)
Salários:
R$ 1.018,08 para técnico de laboratório
R$ 1.091,52 para técnico de enfermagem
R$ 1.601,96 para psicólogo, histoquímico, fonoaudiólogo e físico
R$ 2.001,96 para fisioterapeuta
R$ 2.180,82 para enfermeiro

Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo
129 vagas para técnico de nível superior (R$ 2,6 mil)
304 vagas para agente socioeducativo (nível médio) (R$ 1,6 mil)
8 vagas para assistente administrativo (nível médio) (R$ 988)
Salários:
R$ 2,6 mil para técnico de nível superior
R$ 1,6 mil para agente socioeducativo
R$ 988 para assistente administrativo

Instituto Brasileiro de Colonização e Reforma Agrária (Incra)
70 vagas para técnico em reforma e desenvolvimento agrário (nível médio)
250 vagas para analista em reforma e desenvolvimento agrário (nível superior)
150 vagas para analista administrativo (nível superior)
80 vagas para engenheiro agrônomo (nível superior)
Salários: não informados

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
200 mil vagas para recenseador (nível fundamental)
Salário: pago por produção
Organizadora: Fundação Cesgranrio

Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)
50 vagas para assistente técnico I (nível médio)
90 vagas para analista I (nível superior)
115 vagas para técnico em assuntos culturais (nível superior)
39 vagas para técnico em assuntos educacionais (nível superior)
Salários: não informados

Instituto Evandro Chagas e Centro Nacional de Primatas
61 vagas para pesquisador em saúde pública (nível superior)
21 vagas para tecnologista em pesquisa e investigação biomédica (nível superior)
45 vagas para analista de gestão em pesquisa e investigação biomédica (nível superior)
5 vagas para especialista em pesquisa e investigação biomédica em saúde pública (nível superior) 145 vagas para técnico em pesquisa e investigação biomédica (nível médio)
115 vagas para assistente técnico de gestão em pesquisa e investigação biomédica (nível médio)
Salários: não informados

Instituto Nacional do Seguro Social
500 vagas para perito médico previdenciário (nível superior)
Salário: R$ 4,1 mil

Ministério da Cultura
226 vagas para agente administrativo (nível médio)
27 para analista administrativo (nível superior)
Salários:
R$ 2.643,28 para nível superior
R$ 2.067,30 para nível médio

Ministério Público do Estado de São Paulo
900 vagas para assistente jurídico (nível superior em direito)
Salário: cerca de R$ 3,7 mil

Ministério dos Transportes
70 vagas para agente administrativo (nível médio)
100 vagas para analista técnico-administrativo (nível superior)
Salários:
Cerca de R$ 2,5 mil para nível superior
Cerca de R$ 1,9 mil para nível médio

Polícia Civil de São Paulo
217 vagas para agente de telecomunicações (nível médio)
60 vagas para delegado (nível superior em direito)
Salários:
R$ 4,2 mil para delegado
R$ 2,3 mil para agente de telecomunicações

Polícia Federal
2 mil vagas de técnico administrativo (nível médio)
1 mil de analista técnico administrativo (nível superior)
Salários:
Técnico administrativo: R$ 1,7 mil
Analista técnico administrativo: R$ 2,8 mil

Polícia Militar do Espírito Santo
650 vagas de soldado (nível médio)
Salário: até R$ 1.9 mil

Polícia Militar de São Paulo
250 vagas para soldado feminino (nível médio)
Salário: R$ 2 mil

Polícia Rodoviária Federal
Pelo menos 2 mil vagas para agente administrativo (nível médio)
Salário: R$ 2,5 mil

Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo
124 vagas para analista administrativo (nível superior)
22 vagas para psicólogo (nível superior)
405 vagas para oficial administrativo (nível médio)
Salários: não informados

Secretaria de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo
125 vagas de analista em planejamento, orçamento e finanças públicas (nível superior)
Salários: de R$ 3,8 mil a R$ 8.063,53

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
90.083 vagas para professores de educação básica, para jornada de 12 horas, 24 horas, 30 horas e 40 horas semanais (nível superior)
Salários:
Professores de educação básica (12 horas): R$ 454,66
Professores de educação básica (24 horas): R$ 909,32
Professores de educação básica (30 horas): R$ 1.136,65
Professores de educação básica (40 horas): R$ 1.515,53
Secretaria da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro
Vagas para fiscal de rendas (nível superior)
Salário: R$ 10 mil

Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo
316 vagas para analista em planejamento, orçamento e finanças públicas (nível superior)
Salário: R$ 3,8 mil

Secretaria Municipal de São Paulo (vagas para o Serviço Móvel de Urgência – Samu)
532 vagas para agente de apoio no setor de transporte e manutenção de automotores (nível fundamental)
Salário: R$ 440

Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo
34 vagas para arquiteto (nível superior)
550 vagas para assistente social (nível superior)
206 vagas para biologista (nível superior)
300 vagas para bioquímico (nível superior)
1.225 vagas para cirurgião dentista (nível superior)
3.241 vagas para enfermeiro (nível superior)
130 vagas para engenheiro (nível superior)
290 vagas para farmacêutico (nível superior)
480 vagas para fisioterapeuta (nível superior)
7 vagas para físico (nível superior)
250 vagas para fonoaudiólogo (nível superior)
10.315 vagas para médico (nível superior)
26 vagas para médico veterinário (nível superior)
209 vagas para nutricionista (nível superior)
580 vagas para psicólogo (nível superior)
371 vagas para terapeuta ocupacional (nível superior)
38 vagas para técnico de reabilitação física (nível superior)
214 vagas para agente de saúde (nível médio)
186 vagas para agente técnico de saúde (nível médio)
16.221 vagas para auxiliar de enfermagem (nível médio)
1.368 vagas para auxiliar técnico de saúde (nível médio)
5.941 vagas para oficial de atendimento de saúde (nível médio)
34 vagas para operador de equipamento hospitalar (nível médio)
30 vagas para técnico de aparelho de precisão (nível médio)
600 vagas para técnico de laboratório (nível médio)
583 vagas para técnico de radiologia (nível médio)
789 vagas para atendente de consultório dentário (nível fundamental)
490 vagas para auxiliar de laboratório (nível fundamental)
142 vagas para auxiliar de radiologia (nível fundamental)
11.743 vagas para auxiliar de serviços de saúde (nível fundamental)
Salários: não informados

Superintendência de Seguros Privados (Susep)
138 vagas para analista técnico (nível superior)
Salário: R$ 12.413,65

Supremo Tribunal Federal (STF)
Vagas e formação de cadastro de reserva para analista judiciário (nível superior)
Salário: R$ 5,5 mil
Organizadora: Cespe/UnB

Tribunal de Justiça de Roraima
11 vagas para analista de sistemas (nível superior)
1 vaga para arquiteto (nível superior)
3 vagas para assistente social (nível superior)
1 vaga para engenheiro civil (nível superior)
1 vaga para engenheiro elétrico (nível superior)
3 vagas para médico (nível superior)
2 vagas para oficial de Justiça (nível superior)
2 vagas para pedagogo (nível superior)
2 vagas para psicólogo (nível superior)
14 vagas para técnico em informática (nível médio)
5 vagas para agente de acompanhamento (nível médio)
Salários:
R$ 2.095,25 (nível médio)
R$ 4.190,40 (nível superior)

Tribunal de Justiça de São Paulo
336 vagas para escrevente técnico judiciário (nível médio)
Salário: R$ 2.760,93

Fonte: http://g1.globo.com