quarta-feira, 2 de abril de 2014

Tribunal de Justiça - SE abre mais de 30 vagas para Técnicos e Analistas Judiciários


Quarta-feira, 2 de abril de 2014.

Com organização do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB), o Tribunal de Justiça do Estado do Sergipe (TJ - SE), anunciou a abertura do concurso público 001/2014, voltado ao provimento de 37 vagas de Técnico e Analista Judiciário. Há reserva para pessoa com deficiência e cadastros de reserva.

As oportunidades são para Analista Judiciário da área Administrativa, nas especialidades de Análise de Sistemas (2), Banco de Dados (1), Redes (1), Segurança da Informação (1), Suporte Técnico em Infraestrutura (1), Webdesigner (1) e Telecomunicações (1), assim como para a área Administrativa/ Judiciária na especialidade de Direito (CR) e área de Apoio Especializado nas especialidades de Arquitetura (CR), Contabilidade (CR), Economia (1), Engenharia Civil (1), Engenharia Elétrica (1), Estatística (1), Medicina/ Medicina do Trabalho (1), Medicina/ Psiquiatria (1), Psicologia (1) e Serviço Social (1).

Também há vagas para Técnico Judiciário nas áreas Administrativa/ Judiciária (17 + 1 PNE) e Administrativa na especialidade de Programação de Sistemas (3).

Em todos os casos as jornadas de trabalho são de 30h semanais e os salários têm valor de R$ 2.457,39 para nível médio e de R$ 4.032,45 para nível superior.

Serão cobradas taxas de participação de R$ 70,00 e R$ 100,00 e os interessados devem realizar inscrição de 4 a 23 de abril de 2014 pelo site www.cespe.unb.br.

Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva de conhecimentos básicos e específicos, de caráter eliminatório e classificatório, na data provável de 15 de junho de 2014. As avaliações acontecerão na parte da manhã para Analistas e da tarde para Técnicos.

O concurso tem validade de dois anos e pode ser prorrogado. [...]

Fonte: http://www.pciconcursos.com.br/noticias/tribunal-de-justica-se-abre-mais-de-30-vagas-para-tecnicos-e-analistas-judiciarios

terça-feira, 1 de abril de 2014

Polícia Civil - RO abre concurso com 144 vagas de nível médio/técnico e superior


Terça-feira, 1º de abril de 2014.

Com responsabilidade da Fundação Carlos Augusto Bittencourt (Funcab), a Polícia Civil de Rondônia (PC - RO) anunciou a abertura do concurso público 001/2014, voltado ao provimento de 144 vagas para cargos de nível médio/ técnico e superior.

As oportunidades são para as funções de Agente de Polícia Civil (40), Escrivão de Polícia Civil (70), Datiloscopista Policial (5), Técnico de Necropsia (7), Agente de Criminalística (2), Técnico de Laboratório (2), Delegado de Polícia Civil (10) e de Perito Criminal nas áreas de Química (1), Ciências Contábeis (1), Engenharia Elétrica (1), Engenharia Civil (1), Engenharia Florestal (2), Geologia (1) e de Sistemas de Informação, Ciências da Computação ou Engenharia da Computação (1), com contratos em regime estatutário e salários de R$ 3.332,46 e R$ 11.213,14 para jornadas semanais de 40h.

Como local de trabalho os profissionais terão os municípios de Buritis, Costa Marques, Guajará-mirim, Machadinho do Oeste, Porto Velho/ Distritos de Extrema e Nova Mutum, São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Ji-Paraná, Vilhena, Cacoal, Jaru, Rolim de Moura, Ariquemes, Nova Mamoré, Cerejeiras, Seringueiras, Candeias do Jamari, Alta Floresta do Oeste, Alvorada do Oeste, Nova Brasilândia, Mirante da Serra, Ouro Preto do Oeste, Presidente Médice, Urupá, Colorado e Espigão do Oeste.

Para participar do concurso o interessado deve ter formação correspondente ao cargo pretendido e realizar inscrição de 2 a 29 de abril de 2014 pelo endereço eletrônico www.funcab.org, com taxas de R$ 96,00 e R$ 106,00.

Todos os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, discursiva e de redação, bem como por prova oral, de acordo com os detalhes contidos em edital.

O prazo de validade do certame é de um ano e pode ser prorrogado. [...]

Fonte: http://www.pciconcursos.com.br/noticias/policia-civil-ro-abre-concurso-com-144-vagas-de-nivel-medio-tecnico-e-superior

segunda-feira, 31 de março de 2014

Coaching – Treino para a vida

Está na moda buscar ajuda profissional para tudo: perder peso, mudar de carreira, passar em um concurso, administrar o tempo e a conta bancária. E o nome da vez é coaching. [...]

O coaching pode ser um processo de aumento de resultados, pessoais ou profissionais. Pode ser uma espécie de treinamento, como nos esportes – é daí que vem o termo, em inglês – para que se alcance metas. Pode ser uma parceria e um processo de autodescobrimento. Ou pode ser tudo isso. A palavra é um tanto quanto nova no vocabulário do brasileiro. Apareceu por aqui há não mais do que 15 anos e há cinco vem ganhando certa fama. Mesmo nos Estados Unidos, onde surgiu, não é algo muito antigo: especialistas calculam três décadas de existência. Acredita-se que o conceito tenha sido herdado do esporte de alto rendimento: a ideia de que a figura de um técnico, o coach, pode ser a chave para guiar uma pessoa ao sucesso, no esporte, nos negócios e na vida pessoal, por meio de estratégias bem definidas e traçadas ao longo de um processo que dura, em média, quatro meses.

Não confunda:
- Coach: profissional que conduz o processo.
- Coaches: plural de coach
- Coachee: aquele que passa pelo processo de coaching
- Coaching: o processo

A história não é consenso. A definição também não. Mas o uso do serviço de coaching, [...], tem criado no Brasil um nicho de mercado considerável, a ponto de alguns chamarem de “profissão do futuro”. [...]

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O título, no entanto, não é exclusivo de administradores ou pessoas com longas carreiras em cargos executivos. Tampouco de psicólogos ou educadores físicos. Apesar disso, a técnica soa muitas vezes como uma sessão de terapia: promove autoconhecimento, melhora relacionamentos, estimula crescimento pessoal. Coaches e psicólogos avisam: não passa de confusão. Por vezes, as duas profissões se estranham. “A verdade é que ambos, bons coaches e bons terapeutas, lidam com conflitos internos”, diz o psicólogo Michael Bader, doutor pela Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos. “Os coaches hoje estão se organizando como profissionais, mas usam fundamentos básicos da terapia, como ouvir ativamente, empatia, se colocar do lado do paciente... Coisas que o psicólogo Carl Rogers enfatizava mais de 50 anos atrás. Claro que existe muito criticismo e maledicências. Mas, no fim, todo mundo que alimenta essa rixa está errado, se autopromovendo por motivos financeiros e de status.”

O fato é que o mercado não dá sinais de que o coaching é apenas modismo – pelo contrário. Estima-se que existam hoje mais de 45 mil coaches no mundo. [...]

No Brasil, fica claro que o coaching tem ganhado adeptos. Aos poucos, o método deixa de ser visto como uma prática corporativa e conquista executivos, gente que quer mudar de carreira, emagrecer, passar em concursos, ser um líder melhor, ter melhores relacionamentos. Ao mesmo tempo, pessoas deixam carreiras estáveis e bem sucedidas e, às vezes, os próprios negócios, para serem os treinadores. [...]

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Não caia no conto

Por ser uma profissão tão recente e sem regulamentação, fica difícil saber a quem recorrer antes de contratar um profissional de coaching. Na hora da verdade, o que vale é a identificação com o coach. Ainda assim, alguns profissionais dão dicas para fazer a escolha certa.

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- Nenhum currículo é melhor do que as referências do coach: quem ele já atendeu e quais foram os resultados.
- O processo de coaching tem início, meio e fim. Tem data para começar e terminar, determinadas antes do início do programa. Não acredite em profissionais que cobrem por uma só sessão, estendendo o processo indefinidamente.

Há um denominador comum entre os coaches facilmente percebido em poucos minutos de conversa: a justificativa dada para explicar por que deixaram carreiras estáveis, cargos executivos, empregos públicos com altos salários para se dedicarem a um futuro nebuloso em um novo ramo de atuação. Paixão, eles dizem. [...]

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Aposta com retorno garantido

A carioca Anna Carolina Pagano, 32 anos, passou de concurseira a servidora pública do Ministério Público da União há oito meses, depois de um “treinamento” com coach. “Ele me economizou dois ou três anos de estudo.” Desde que concluiu a faculdade de direito, Anna Carolina sonhava com uma vaga na promotoria. Estudando no Rio de Janeiro, viu que dificilmente passaria em uma prova aqui na capital. Mudou-se de vez para Brasília em 2006.

Sem dinheiro, começou a trabalhar, paralelamente, como advogada em um escritório particular. Acabou deixando os estudos de lado, mas, um ano depois, foi demitida e se viu obrigada a voltar para o Rio. Em 2012, no entanto, Anna quebrou o cofrinho, juntou tudo o que tinha na poupança e voltou para Brasília. “Vim com o dinheiro contado. Aluguei uma quitinete na Asa Sul e tinha pressa de passar, porque meu dinheiro estava acabando”, lembra. Quando conheceu o coaching, em 2013, pareceu uma excelente ideia. “Eu estava desesperada. Ou passava ou ia acabar tendo que voltar para o Rio. Resolvi apostar”, conta.

Durante o processo de coaching, Anna entendeu que deveria desistir da promotoria em curto prazo e focar nas vagas para analista, já que ela tinha urgência, e parar de fazer qualquer concurso que surgisse pelo caminho para prestar somente aqueles nos quais ela realmente teria chances. Também foi orientada a organizar a grade de estudos de forma que eles rendessem. “Hoje, eu tenho plena convicção de que eu não passava porque não sabia organizar meu material. Eu conseguia resumir capítulos de 100 páginas em quatro, mas depois não voltava para reler os resumos. Além disso, você tende a dar mais importância às matérias de que você gosta mais”, relembra.

Fora a parte prática do processo – organizar, focar, fazer e passar -, ela conta que o coaching a ajudou também a sair da zona de conforto. “Se você pensar bem, é melhor você passar as tardes estudando numa biblioteca do que trabalhando. Então, essa situação acaba ficando confortável. O coaching me acordou para isso”, conta. O alívio da advogada veio um mês depois do fim das suas sessões de coaching: ela obteve a segunda maior pontuação no DF para o cargo ao qual disputava, em uma concorrência de 220 candidatos para cada vaga. Tomou posse de sua vaga em outubro e a agonia de viver de poupança finalmente chegou ao fim. Por enquanto, o sonho da promotoria está em segundo plano. “Eu estou trabalhando em uma área que gosto muito e o cargo de analista está me satisfazendo. Se um dia quiser, volto a estudar da forma que aprendi.”

Entrevista\Damian Goldvarg

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Damian Goldvarg, atualmente diretor global da instituição [International Coach Federation], é PhD e tem mais de 20 anos de experiência em assessoria executiva para empresas, desenvolvimento de lideranças e planejamento estratégico. [...]

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Qual a diferença entre coaching e psicoterapia?

Pela sua natureza e definição, coaching é diferente de outras atividades, incluindo terapia. A terapia lida com curar a dor, disfunções e conflitos em um indivíduo ou em um relacionamento. O foco geralmente é resolver dificuldades que vêm desde o passado e que atrapalham o funcionamento emocional no presente. O coaching, por outro lado, é focado no futuro e dirigido pelo cliente. Ele dá suporte ao crescimento pessoal e profissional baseado na mudança da iniciativa própria e na perseguição de resultados bem específicos.

Por que o sucesso repentino dos programas de coaching no mundo e por que ele tem sido considerado a profissão do futuro?

A popularidade do coaching vem crescendo há muitos anos. A razão para isso é simples: o coaching dá resultados! Clientes que participaram de um processo de coaching relatam um aumento considerável na autoconfiança, nas relações interpessoais e na comunicação, no equilíbrio entre trabalho e vida, no planejamento do tempo e na performance profissional. Em um mundo incerto e complexo, o coaching empodera pessoas e organizações, honrando a criatividade, os recursos e o todo de cada cliente.

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Fonte: Correio Braziliense. Edição de domingo, 30 de março de 2014. Revista do Correio. Ano 9. Número 463.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Defensoria Pública do Rio de Janeiro retifica CP 1/2014 - 321 vagas


Quinta-feira, 27 de março de 2014.

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPE - RJ), divulgou a reabertura de inscrições do Concurso Público regido pelo edital nº 1/2014, e destinado ao provimento de 321 oportunidades, considerando a reserva de vagas para negros, índios, e pessoas com necessidades especiais, apenas para pessoas que tenham direito à isenção da taxa de inscrição.

Este prazo segue do dia 27 às 8h do dia 29 de março de 2014, pelo site da organizadora do certame, sendo que as datas do cronograma que não tenham relação com o pedido de isenção, serão mantidas.

Por meio deste certame serão selecionados Técnico Superior Jurídico (252), Técnico Superior Especializado (50) e Técnico Médio da Defensoria (19), para atuação de 40 horas semanais, e salários de R$ 2.914,97 ou de R$ 3.589,52, de acordo com a formação educacional.

Para o cargo de Técnico Superior Especializado serão aprovados candidatos nas áreas de Administração (4); Administração de Dados (2); Desenvolvimento de Sistemas (5); Gestão em Tecnologia da Informação (1); Rede de Computadores (1); Segurança da Informação (1); Suporte (1); Serviço Social (4); Biblioteconomia (1); Ciências Contábeis (5); Economia (4); Engenharia de Agrimensura (4); Engenharia Civil (8); Engenharia Elétrica (2); Estatística (2); e Psicologia (5).

São aptos a participarem desta seletiva, profissionais com ensino médio completo, ou superior obtido na área da vaga pretendida.

Os inscritos serão submetidos à Prova Escrita Objetiva, e à Exame Admissional para todos os candidatos classificados no primeiro teste. Este certame está sob a responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A primeira retificação alterou um item que trata dos documentos a serem entregues após a aprovação na Prova Objetiva, e o segundo documento retificador prorrogou o período de inscrição, para 9 de março de 2014, além de ter alterado as datas constantes nas etapas posteriores.

As inscrições foram efetuadas pelo site www.fgv.br/fgvprojetos/concursos, com o recolhimento da taxa de participação nos valores de R$ 77,00 ou R$ 110,00, conforme a vaga para a qual se candidatou.

Este concurso é válido por um ano, podendo ser prorrogado pelo mesmo período, a critério da administração.

Fonte: http://www.pciconcursos.com.br/noticias/defensoria-publica-do-rio-de-janeiro-retifica-cp-1-2014-321-vagas

MPOG autoriza concurso com mais de 200 vagas para Ministério da Agricultura


Quinta-feira, 27 de março de 2014.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), por meio da Portaria nº 97/2014, divulgada no Diário Oficial da União de 27 de março de 2014, autoriza a realização de Concurso Público para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

As 242 vagas à serem preenchidas são para os cargos de Analista em Ciência e Tecnologia (44); Assistente (38); Pesquisador (34); Técnico (74); e Tecnologista (52).

O provimento das funções deve ocorrer a partir de junho de 2014 e está condicionado a prévia autorização do MPOG, à existência dessas vagas na data da nomeação; à declaração do respectivo ordenador de despesa em respeito à Lei Orçamentária Anual e sua compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, demonstrando a origem dos recursos a serem utilizados, à substituição dos trabalhadores terceirizados.

O provimento dos cargos de que trata esta Portaria terá como contrapartida a extinção de todos os postos de trabalho terceirizados no Instituto Nacional de Meteorologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A responsabilidade pela realização do concurso público será do Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a ele caberá baixar as respectivas normas, mediante a publicação de editais, portarias ou outros atos administrativos.

O prazo para publicação do edital do concurso é de até seis meses, contado a partir da publicação desta Portaria.

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Fonte: http://www.pciconcursos.com.br/noticias/mpog-autoriza-concurso-com-mais-de-200-vagas-para-ministerio-da-agricultura

terça-feira, 25 de março de 2014

Procuradoria Geral de São Paulo abre concurso para 70 vagas


Segunda-feira, 24 de março de 2014.

A Procuradoria Geral do Município de São Paulo abre nesta segunda-feira (24) as inscrições do concurso público para 70 vagas de procurador. O salário é de R$ 10.396,19.

No site da Vunesp, é possível ver o edital [...].

Do total das vagas, 14 são reservadas para negros ou afrodescendentes e 4 para pessoas com deficiência.

Os candidatos devem ter nível superior em direito e inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

As inscrições podem ser feitas até o dia 9 de abril pelo site www.vunesp.com.br. A taxa é de R$ 92,50.

A seleção será feita por meio de prova objetiva e de títulos. As provas estão previstas para o dia 4 de maio.

O concurso terá validade de 2 anos e poderá ser prorrogado.

Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/03/procuradoria-geral-de-sao-paulo-abre-concurso-para-70-vagas.html?utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed

sexta-feira, 21 de março de 2014

Veja dicas para otimizar o tempo ao resolver provas como a da Caixa

Alguns cuidados simples podem ajudar o candidato a ter o melhor desempenho ou, pelo menos, a não ser prejudicado por bobagens no dia da prova. Veja as dicas abaixo.

Estratégia

Em concurso público, nem sempre vence quem sabe mais. A prova é igual para todos e o tempo para fazê-la, também. Mas se o candidato se deixar conduzir pelas questões, em vez de assumir o controle, pode pôr tudo a perder.

Por isso, na semana anterior à prova, o candidato deve definir a ordem de matérias (ou grupo de matérias) a serem resolvidas, e o tempo máximo que poderá levar em cada uma. Isso evita atitudes desastrosas tais como fazer uma pontuação excelente numa disciplina, mas ser eliminado por não obter o mínimo em outra, ou ficar horas preso a algumas questões difíceis e depois descobrir que não há mais tempo para questões que o candidato saberia resolver.

Começar pela disciplina em que o candidato tem mais conhecimento pode aumentar a autoconfiança

Começar pela disciplina em que o candidato tem mais conhecimento pode aumentar a autoconfiança para o resto da prova. Além disso, os momentos iniciais são os mais tensos, porque acontece um pico de adrenalina que se dissipa em alguns minutos. Assim, se a pessoa começar a prova por uma matéria muito difícil, pode ter a falsa sensação de que não vai conseguir um bom resultado, e o ânimo abatido pode comprometer o desempenho.

Se em algum momento o candidato perceber que está muito nervoso, algumas respirações lentas e profundas (lembrando de exalar também) ajudam a recuperar o equilíbrio. Se preciso, ir ao banheiro e lavar o rosto também ajuda a afastar o estresse. O candidato pode aproveitar esse momento “fora de cena” para respirar serenamente e buscar pensamentos construtivos, mesmo que soem falsos naquele momento.

Uma boa estratégia é dividir a prova em dois ou três momentos. 

No primeiro, o candidato deve ler atentamente cada questão (na ordem preestabelecida) e resolvê-la, se possível. Se houver dúvidas, é importante anotar ao lado do enunciado informações que possam ser úteis para quando retornar àquela questão, e já eliminar alternativas absurdas, para ganhar tempo.

Depois de responder todas as questões que sabe de imediato, o candidato deve retornar à primeira matéria escolhida, para o segundo exame das questões não resolvidas. Muitas vezes algumas coisas se tornam claras nesse momento e o candidato pode garantir mais alguns pontos. Perguntas muito trabalhosas também devem ser deixadas para essa hora.

O terceiro momento deve ser dedicado a “cavar” algum ponto extra e a tomar as últimas decisões, porque o que o candidato sabia já estará feito.

Vale lembrar que o tempo destinado a cada disciplina será o somatório dos três momentos anteriores e que alguns minutos do tempo total devem ser “guardados” para o que for mais necessário no final.

No caso de haver prova discursiva, ela pode ser feita logo depois da primeira rodada, para que o candidato tenha tempo suficiente para fazer o rascunho e passar a limpo. Mas, se começar a gastar muito tempo sem conseguir desenvolver essa etapa, pode ir para a segunda rodada nas questões e depois voltar para a redação. O importante é não deixar o tempo passar sem estar produzindo e garantindo pontos.

Recomendo que o candidato não fique revisando o que já fez com segurança porque, além de perder o tempo que estava tentando aproveitar, corre o risco de apagar uma marcação correta e trocar por uma errada, por causa de cansaço e confusão – acontece muitas vezes com os candidatos.

Cerca de 30 minutos devem ser reservados para a marcação do cartão-resposta, que deve ser feito com calma e atenção, uma questão por vez.

Caixa

No caso do concurso para a Caixa - e em outros organizados pelo Cespe/UnB -, as questões não têm alternativas, mas itens para julgamento de certo e errado. Neste caso, se não for possível decidir no primeiro momento, as informações que o candidato lembre a respeito da afirmação devem ser anotadas ao lado da questão, para facilitar a decisão posterior.

Se você ainda não conhece esse estilo de prova Cespe, vá à página da instituição e baixe provas anteriores para não ser surpreendido na hora do seu concurso. Observe que em algumas situações a banca faz prova de múltipla escolha, mas não é esse o caso da prova para a Caixa.

No concurso da Caixa, tenha  atenção com o português, com peso 2, e reserve pelo menos uma hora para a redação.

As disciplinas também não devem vir isoladas, mas em grupos. Conhecimentos básicos: português (14 itens com peso 2), matemática, raciocínio lógico, atualidades, ética e legislação (juntas, 36 itens com peso 1) e conhecimentos específicos (atendimento e conhecimentos bancários juntas, com 70 itens e peso 2). Dessa forma, são três grupos de disciplinas, sendo que a parte de conhecimentos específicos vai fazer muita diferença na classificação do candidato, já que vale 140 pontos no total. Cuidado também com português, porque apesar de serem apenas 14 itens, tem peso 2.

É preciso reservar tempo para a redação (pelo menos uma hora).

É importante lembrar que nesse concurso cada marcação incorreta conta um ponto negativo (ou dois, nos itens com peso 2).  Assim, é preciso muita cautela na hora de chutar alguma resposta, para não reduzir muito a pontuação das questões corretas. Por outro lado, deixar muitas questões em branco pode fazer com que o candidato faça poucos pontos no total. Nesse tipo de prova, mais do que em qualquer outra, as decisões precisam considerar uma boa estratégia.

Além do conteúdo

Outros aspectos devem ser observados além da prova em si, como se preparar para o ambiente do local do concurso, prevenir-se contra atrasos, sede, fome, etc.

O candidato deve verificar antecipadamente no edital os documentos que deve levar e o material permitido para a prova. Por mais certeza que se tenha, nunca é demais confirmar o local e o horário, lembrando de checar as orientações em caso de horário de verão.

Um kit de emergência pode ser muito útil: analgésico, água e algo para comer (barra de cereais, fruta, biscoito, entre outros).

Algumas salas ficam muito geladas, outras não dispõem de ar-condicionado e o calor pode ser um fator de desgaste.

As roupas para o dia da prova devem ser confortáveis e versáteis em relação à temperatura. Nada de roupas apertadas ou que impeçam o livre movimento.

Além disso, não é possível garantir a temperatura na sala de aula e, se algumas ficam muito geladas, outras não dispõem de ar-condicionado e o calor pode ser um fator de desgaste. Portanto, melhor estar preparado para qualquer situação.

Chegar cedo ao local é garantia de não perder a prova por atraso, mas também é a possibilidade de entrar logo na sala e escolher um bom lugar para se sentar – se não forem previamente marcados.

É interessante observar se no local bate sol, se há ventilador, e evitar as carteiras próximas à porta, onde o ruído de candidatos saindo para ir ao banheiro e quando terminam a prova pode prejudicar a concentração.

Beber água durante a prova e comer algo garante que o corpo não desvie a atenção do cérebro para outras necessidades, além de mantê-lo em boas condições de trabalho até o fim.

Desejo a todos uma excelente prova!

Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/03/veja-dicas-para-otimizar-o-tempo-ao-resolver-provas-como-da-caixa.html

quarta-feira, 19 de março de 2014

Coaching para concursos: Débora Teles Moreira - 1º lugar no Funpresp-Exe

Débora Teles Moreira foi aprovada em 1º lugar no concurso da Funpresp-Exe, conforme resultado final divulgado por meio do Edital n. 11, de 11/3/2014 daquela fundação, para o cargo de Analista Técnico – Área de Contabilidade e Finanças que possui 2 vagas especificadas no Edital Normativo do certame. 

Tendo contratado os serviços de coaching por 7 meses, no período de 22/3/2013 a 21/10/2013, realizou a prova em 15/12/2013 colocando em prática todo o conhecimento que adquiriu na fase de preparação.

Agora seu foco é o concurso de Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União. O caminho começou a ser trilhado rumo ao sucesso.

Parabéns, Débora!

sábado, 15 de março de 2014

MTE altera data das provas para 450 vagas


Sexta-feira, 14 de março de 2014.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou uma retificação alterando a data e os períodos de realização das provas do concurso que oferece 450 oportunidades em diversos Estados e no Distrito Federal.

As avaliações objetivas e discursivas serão aplicadas agora no dia 6 de abril, nos períodos da manhã (médio) e da tarde (superior), nos 26 Estados, além do Distrito Federal. Os locais e horários serão informados a partir do dia 27 de março.

As ofertas de nível superior são para contador (35), carreira que exige graduação em ciências contábeis, além de registro no órgão de classe. Com jornada de trabalho de 40 horas semanais, a remuneração é de R$ 3.981,42. Todos os postos estão no Distrito Federal.

Quem possui nível médio poderá concorrer ao cargo de agente administrativo. A função conta com salário de R$ 2.573,22 para jornada de trabalho de 40 horas semanais. São 415 vagas, sendo 87 para o Distrito Federal e 328 para os demais Estados.

Mais informações podem ser obtidas nos arquivos anexados ao lado ou no site do organizador, através do endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/mte_14_nm_ns.

Principais atribuições

Contador – gerenciar, coordenar e executar atividades orçamentárias, financeiras, contábeis, patrimoniais e de custos; realizar auditoria contábil e financeira; elaborar normas, relatórios e emitir pareceres; interpretar e aplicar a legislação econômico-fiscal, tributária e financeira.

Agente administrativo – operar os sistemas corporativos e governamentais; atender ao público interno e externo por telefone, correio eletrônico ou presencialmente; elaborar, documentos e correspondências oficiais; elaborar e analisar informações, certidões, declarações, relatórios e documentos congêneres.

Fonte: http://jcconcursos.uol.com.br/portal/noticia/concursos/mte-altera-data-das-provas-para-450-vagas-54089.html

Câmara aprova criação de 708 cargos para o STJ


Quinta-feira, 13 de março de 2014.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (12) o Projeto de Lei 6233/13, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que cria 708 cargos nos quadros do tribunal, dos quais 193 cargos de analista judiciário e os demais de cargos em comissão. A matéria será enviada ao Senado.

A justificativa dada pelo tribunal para criar esses cargos foi o deficit de pessoal em relação aos demais tribunais que apresentam igual carga de trabalho.

Também foi apresentado como motivo para a apresentação do projeto o fato de a maior parte dos atuais servidores do STJ ser de técnicos, e o aperfeiçoamento das atribuições requer a ampliação dos analistas judiciários.

O impacto orçamentário previsto será de R$ 39,7 milhões para 2014 e de R$ 41,9 milhões para 2015. O provimento dos cargos obedecerá à disponibilidade orçamentária.

Parecer favorável

A proposta foi aprovada em votação simbólica. O texto recebeu parecer favorável em Plenário do relator pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, deputado Colbert Martins (PMDB-BA); do relator pela Comissão de Finanças e Tributação, deputado Fernando Francischini (SDD-PR); e do relator pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, deputado Rubens Bueno (PPS-PR).

Fonte: http://www.dzai.com.br/papodeconcurseiro/blog/papodeconcurseiro?tv_pos_id=148390